sexta-feira, 25 de março de 2011

Financiamentos a Apicultores

Durante a minha viagem a cidade de Areia Branca, município vizinho ao nosso, conversei com o gerente comercial do Banco do Brasil, senhor Hélder Cavalcante sobre o financiamento para os apicultores de Grossos. Na ocasião ficou acertada uma visita da diretoria da Associação ao Banco do Brasil, para tratar desse assunto, segundo o gerente do Banco do Brasil, na instituição existe financiamento para apicultores com juros muito baixos. Isso é bom , pois significa que esses profissionais do mel terão incentivo para aumentar o seu negócio no ramo da apicultura.


Melânia Caenga

quinta-feira, 24 de março de 2011


São muito importantes as campanhas de dengue no município, o Rio Grande do Norte tem tido uma grande incidência de casos de dengue, segundo alguns jornais do estado, os casos de dengue aumentaram em mais de 700% no estado, em relação ao ano de 2010. No Brasil além dos três tipos,”1”,” 2”, “3” já foram constatados um novo vírus, o tipo “ 4”. Esse sorotipo já não circula no Brasil há 28 anos. O estado não tem nenhuma caso confirmado desse tipo de dengue, mas as autoridades sanitárias estão em alerta, pois pessoas que já sofreram com dengue do tipo, “1”, “2 “,”3”, podem também pegar a dengue do tipo ”4” de forma grave. Sabemos que é tão fácil evitarmos a dengue, é só termos um pouco de cuidado nas nossas casas, nas localidades próximas a terrenos baldios, casas desabitadas e não deixarmos criadouros desses insetos. Evitarmos deixar depósitos ou vasilhames com água parada, é fácil resolver um problema de saúde tão sério com atitudes simples, basta termos comportamentos de cidadãos conscientes e de atenção ao meio ambiente. Percebemos hoje durante uma viagem de balsa que fizemos, que por falta de esclarecimentos os depósitos em que são colocados o lixo da balsa, estavam cheios de copos e garrafas de água mineral, ainda com restos de água e creio que esses estão desde o período momesco, onde o tráfego de pessoas (turistas) é maior em nossa cidade, pois logo após o carnaval viajei e percebi que era o mesmo depósito com as mesmas características; são por estas e outras atitudes que fazem de nós, um país onde não se preserva o meio ambiente, tudo isso é ocasionado por nossas atitudes terceiro mundistas. Esse cenário, também acontece nas ruas da cidade e nos terrenos da rua Terezinha Pereira, onde são acumulados depósitos em redor dos bares da prainha ou onde estes são jogados em plena rua. Fica o alerta para a equipe que vai trabalhar a dengue no município!


Melânia Caenga

terça-feira, 22 de março de 2011

Dia 22 de Março dia Mundial da Água


Água: Reaproveitar e usar bem é bom para todos

Por Paulo Costa*

Relação entre a água e as cidades é crucial.

A sociedade brasileira possui, como forte traço cultural, a dificuldade de planejar e poupar recursos, econômicos e naturais, traço esse que costuma trazer dificuldades ao país, no futuro. Isto também ocorre quando está em questão um bem natural cada vez mais escasso, a água: utilizá-la de forma racional e implementar medidas legais visando a estimular a captação das águas das chuvas são ações que trazem forte impacto positivo, econômico, ambiental e até de auxílio à prevenção de enchentes.

As grandes cidades brasileiras, nas quais as fortes chuvas são a causa de constantes enchentes e alagamentos, são justamente os locais onde o problema da falta de água potável poderá se agravar nos próximos anos. Justamente devido a esses problemas, que não exclusivos do Brasil, a ONU definiu como tema de seu World Water Day 2011 “Água e Urbanização”. A intenção é chamar a atenção para a importância dos recursos hídricos em um contexto de rápida urbanização – segundo dados do organismo, a cada segundo duas pessoas são incorporadas à população urbana. Na América Latina, 77% dos seus habitantes vivem nas cidades e as taxas de urbanização continuam crescendo.

“A relação entre a água e as cidades é crucial. Cidades requerem grandes quantidades de água fresca/potável e, por outro lado, geram grandes impactos nos sistemas de água limpa”, alerta a ONU, lembrando que enchentes, secas e outros eventos extremos, derivados das mudanças climáticas, também podem afetar a qualidade da água nos próximos anos. As grandes oportunidades nesse contexto estão relacionadas ao aumento da reciclagem e do reuso da água e do esgoto, por meio de tecnologias mais eficientes. A captação da água na própria cidade, por meio de sistemas de reaproveitamento das águas das chuvas, também são vistas como solução para o problema do abastecimento futuro.

Apesar da grande incidência de chuvas em boa parte no Brasil, são poucas ou quase inexistentes as iniciativas para a captação das águas das chuvas nas cidades. E, para piorar, por aqui a água potável é utilizada para fins menos nobres, como em descargas sanitárias, lavatórios, para lavar pátios, regar jardins etc. Essa realidade precisará ser repensada.
A captação das águas pluviais nas edificações, especialmente em prédios, funciona como “piscinhas”, reservatórios que ajudam a diminuir bastante a quantidade de água que corre para córregos e rios em prazos muito curtos e em grande volume, causando as enchentes. Há diversos sistemas possíveis de implantação que, ao mesmo tempo em que solucionam a questão do uso da água potável para fins menos nobres, podem ser um aliado na mitigação de problemas causados por fortes chuvas, como alagamentos e enchentes.

No Brasil, há muito o que melhorar na relação entre cidades-abastecimento de água. Faltam conscientização, medidas para evitar poluição e incentivos para o uso racional da água, como a substituição de equipamentos hidrossanitários por produtos economizadores de água, que permitem economizar quase 70% comparado ao consumo dos produtos obsoletos e gastadores. Cidades dos Estados Unidos, como Nova York e Houston, por exemplo, já implantaram com sucesso programas de incentivo à adoção de equipamentos racionalizadores do consumo de água. E, claro, estamos ainda longe da desejada universalização do saneamento. O uso racional da água, além de permitir economia nas contas mensais de saneamento, com a diminuição das contas também é peça importante ambientalmente, uma vez que menos consumo &ea cute; igual a menos poluição e traz o benefício adicional de evitar a construção de novos reservatórios e adutoras, que provocam desmatamento e, assim, destruição de parte da flora e da fauna.

O país já dispõe de tecnologias e equipamentos de ponta para a implementação de programas de uso racional da água. Precisa haver estímulo legal à sua adoção, com benefícios fiscais, por exemplo, aos que trocarem equipamentos hidrossanitários gastadores por outros, economizadores. E é essencial que os responsáveis pela aprovação de leis em âmbito municipal, estadual e federal, vereadores, deputados estaduais e federais e senadores, comecem a pensar com maior seriedade nessa questão e proponham textos legais que estimulem o uso racional da água e a captação de águas pluviais. A sociedade só tem a ganhar com essas medidas. E o meio ambiente certamente ficará muito grato.

*Paulo Costa é diretor da H2C, empresa de consultoria e planejamento de uso racional da água membro do Green Building Council Brasil.


(Envolverde/Pauta Social)

segunda-feira, 21 de março de 2011

Cozinhar e é Poesia


Creme de Mamão e Laranja

Rendimento: 8 porções

INGREDIENTES

Creme:

3 xícaras (chá) de polpa de mamão maduro

14 colheres (sopa) de suco de laranja

1 lata de leite condensado (395g)

Cobertura de laranja (opcional):

__ Essa cobertura dá apenas para 4 taças se estiver fazendo a receita toda de creme de mamão dobre as quantidades.

1 xícara (chá) de suco de laranja

1/4 xícara (chá) de açúcar

3 colheres (chá) de amido de milho

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