sábado, 28 de agosto de 2010

Oficinas do IDEMA

As artesãs da Associação Dehon Caenga assistiram um curso de reciclagens, ministrados pelos integrantes da Caravana Ecológica do IDEMA . As participantes do curso irão repassar para os cursistas da Associação e também irão produzir peças para a venda no mercado local.

De olho na Qualidade Rural

Nesse dia 28, começa mais um curso na área de agricultura, trata-se do curso de Olho na Qualidade Rural, este curso tem como público alvo agricultores e apicultores . O curso está sendo ministrado pelo SEBRAE Mossoró-RN, serão trabalhados quatro módulos e será realizado na Escola Municipal Sagrado Coração de Jesus.


Melânia Caenga

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

A Pedra que não constrói

Eu já ouvi falar
Da pedra que castigou
Que das mãos de um Fariseu
Jesus Cristo enfim tirou
Pra salvar a Madalena
Que em Jerusalém pecou
E daquela que o pastor
De Israel chamado Davi
Usou pra vencer Golias
Está na bíblia e eu li
E da pedra filosofal
Que tentaram descobri
Das pedras que construíram
Lá em Roma o coliseu
As pirâmides do Egito
Que a história engrandeceu
Ma hoje falo de uma
Que aqui apareceu
Essa pedra é lamentável
Não se constrói alicerce
Só edifica a desgraça
Se desmorona e padece
Aquele que se vicia
Quando dela se entorpece
Tem até um apelido
Que parece ironia
Ela é chamada de crack
Mas não transmite alegria
E quem joga nesse time
Viverá de fantasia
O crack é derivado
Da chamada cocaína
Nem o efeito da maconha
Do êxtase e da heroína
Levou tanto à juventude
Ao fracasso e a ruína
Quando a droga é inalada
Não dura meia hora
Seu efeito é rapidinho
De repente se evapora
Fazendo o jovem cativo
De um vício que devora
Devora sem piedade
A auto-estima e o prazer
Daquele que muito cedo
Perdeu a razão de viver
E vive perdendo a vergonha
Para o vício se manter
É triste,é deplorável
Quando chega a dependente
Perambula um indigente
Despreza o amor dos pais
Do amigo e do parente
Se desfaz da família
Da droga se faz refém
Vende a roupa do corpo
E até o corpo também
Pois seu valor tem o preço
Da pedra que o mantém
No início ela provoca
Uma forte alucinação
Altera com mais freqüência
As batidas do coração
Podendo morrer de infarto
Ou no mundo da perdição...
Essa vida é uma viagem
De passagem só ida
Onde a última estação
É a esperança perdida
Se quer voltar não tem mais
O trem de volta a partida
Não podemos deixar
Essa gente sem direção
Destruindo sua família
Por seguir na contra mão
Essa droga é uma doença
Que contagia a nação
Ela não tem preconceito
Não discrimina raça ou cor
E em toda classe social
Invade e provoca dor
Compromete a nossa paz
Espalha medo e terror
Se agente considera
Um problema social
Não será prendendo a vítima
Que se evita esse mal
Pois a questão jamais será
Um caso Policial!
E se agente quer matar
O mal pela raiz
E devolver às famílias
O prazer de ser feliz
Precisamos combater
Esse tráfico infeliz
Juntar as nossas forças
Família, escola, professor
A justiça e o poder público
Igreja, padre e pastor
Num projeto estruturado
E que seja inspirado
Sob a luz e a razão do amor!
Fim
Autor: Geová Costa e Silva